É exatamente o que o nome indica. Você deseja abrir um arquivo. Você não está em sua mesa. Você tem uma conexão com a Internet. Você obtém o arquivo.
Inventamos a web para compartilhar informações. Em vez disso, usamos principalmente para enviar vídeos de gatos. Mas a utilidade principal permanece. Como trocamos mainframes volumosos por computadores pessoais, trabalhar fora do escritório tem sido uma dor de cabeça.
Nos primeiros dias, você tinha que realizar fisicamente seu trabalho. Você carregava discos para conferências. Você enviou discos rígidos por correio tradicional. Isso era conhecido como “rede de tênis”. Nunca subestime a largura de banda de uma van cheia de cartuchos atravessando a cidade em alta velocidade. Foi ineficiente. Estava sujeito a perdas. Era a única maneira de sincronizar.
Depois veio o portátil. Depois o smartphone. Os dados tornaram-se portáteis. Você pode tirar fotos em um avião ou editar documentos em uma cafeteria. Mas você ainda precisava trocar os arquivos manualmente. Unidades USB. Bastões de flash. Cabos de rede. E a ansiedade constante: Mandei a versão certa? Este é o rascunho final ou o rascunho do rascunho?
A internet parecia a solução. Mas no início, as conexões eram tão lentas que mover qualquer coisa maior que um arquivo de texto era uma piada. Então ficamos com a mídia física. Hoje, esse gargalo desapareceu. Baixamos jogos de gigabytes em minutos. Os smartphones transmitem filmes como se não fossem nada. O pipeline está totalmente aberto.
Agora o limite é apenas a torneira.
Isso abriu a porta para serviços de acesso remoto a arquivos. Grandes universidades e corporações usam Redes Privadas Virtuais (VPNs) há anos. Isso permitiu que os departamentos de TI permitissem que os funcionários acessassem as redes do escritório de maneira segura, de fora. Foi uma bênção para a segurança corporativa. Também foi complexo.
Para todos os outros? Foi demais.
Foi aí que o acesso remoto a arquivos para o consumidor mudou o jogo. O foco mudou. Não se tratava de proteger uma intranet corporativa. Tratava-se de acessar seus arquivos. Música. Fotos. Aquele roteiro sobre macacos hacktivistas. Os serviços ofereciam isso gratuitamente ou de baixo custo. Eles sincronizaram automaticamente. Você parou de se preocupar com versões. Você acabou de trabalhar.
A mecânica da sincronização
Para ver como o acesso remoto a arquivos realmente funciona, imagine uma configuração típica.
Você instala o software. Ele cria uma pasta dedicada no seu computador. Este não é apenas um atalho. É um espelho vivo. Qualquer arquivo colocado nessa pasta será duplicado. Ele usa protocolos Secure Sockets Layer (SSL). Às vezes, ele usa criptografia. Os dados viajam para um servidor em algum lugar da Internet.
Um processo em segundo plano é executado constantemente. Ele sincroniza sua pasta local com a cópia remota. Fazer uma mudança no seu laptop? O servidor é atualizado. Abrir o arquivo no seu tablet? O tablet é atualizado. Todas as versões permanecem sincronizadas.
A linha entre “acesso remoto a arquivos” e “computação em nuvem” é confusa. As empresas os comercializam como a mesma coisa. Eles se sobrepõem significativamente. Mas a distinção na experiência do usuário é importante. Você não está apenas armazenando dados no vazio. Você está acessando um espaço de trabalho sincronizado.
Dispositivos e permissões
A maioria dos serviços modernos oferece suporte a tablets e smartphones. Você baixa o aplicativo. Você faz login. O dispositivo começa a sincronizar.
A integração com o sistema operacional é fundamental. Se você usa o Google Drive no Android, o aplicativo se integra ao menu de compartilhamento nativo. Tire uma foto. Toque em compartilhar. Veja “Google Drive” listado ao lado do Twitter e do Facebook. Selecione-o. A foto vai direto para sua pasta remota.
Funciona como notificações por e-mail ou texto. O aplicativo verifica atualizações periodicamente. É passivo. Você não pensa nisso até precisar do arquivo.
Assim que o arquivo estiver seguro no servidor, você poderá compartilhá-lo. As permissões variam de acordo com o provedor, mas a lógica é consistente. Você decide quem vê o quê.
- Público: qualquer pessoa na Web pode encontrá-lo.
- Baseado em link: Qualquer pessoa com o URL pode acessá-lo.
- Usuários específicos: Somente e-mails designados podem abrir o arquivo.
A maioria dos serviços exige um registro de conta gratuito para gerenciar essas permissões. Você também controla as ações. Alguém pode editar? Ou eles são somente leitura? Isso transforma um armário de armazenamento em uma ferramenta de colaboração.
Algumas plataformas, como Google Drive e Microsoft OneDrive (antigo SkyDrive), vão além. Você pode criar documentos diretamente no navegador. Eles ficam no servidor. Mas você também pode baixá-los para trabalhar offline. Quando você se reconecta, o sistema sincroniza as alterações. É uma abordagem híbrida. O melhor dos dois mundos, até a internet cair.
A compensação de segurança
A conveniência tem um custo. As vulnerabilidades de segurança são reais.
Os hackers exploram falhas na infraestrutura do servidor. Eles têm como alvo dispositivos que acessam esses servidores. É um jogo de gato e rato. Por outro lado, os usuários muitas vezes odeiam as medidas de segurança. O gerenciamento de direitos digitais (DRM) e a criptografia estrita podem parecer restritivos. Você pode querer compartilhar um arquivo facilmente, mas o sistema faz você pular obstáculos.
Ao escolher um serviço, você equilibra a facilidade de acesso e o risco de exposição. Você confia no provedor? Você confia na segurança do seu próprio dispositivo?
Não existe uma solução perfeita. Apenas compensações. Você escolhe aquele que se adapta ao seu fluxo de trabalho. E espero que a criptografia seja válida.
Você quer largar os arquivos e ir embora. A web está repleta de serviços que prometem lidar com o trabalho pesado. A maioria deles faz. Mas qual deles realmente se adapta ao seu fluxo de trabalho?
O Dropbox já existe há tempo suficiente para saber seu próprio nome. É simples. Funciona em Windows, Mac e Linux. Existem aplicativos para iPhones, iPads, Androids, BlackBerrys e Kindle Fires. Você começa com 2 GB. Códigos de referência ou dinheiro compram mais para você. Os planos Pro atingem 500 GB. Camadas de negócios? É aí que residem o controle de versão e o gerenciamento de equipe. Não há limite de espaço se você pagar o suficiente.
iCloud é a resposta “uma nação sob a Apple”. Isso prende você, mas prende você com eficiência. Se você tiver um dispositivo Apple recente, provavelmente um assistente o configurou enquanto você tentava ler isto. Os usuários do Windows no Vista ou posterior também podem participar. Ele mantém as compras do iTunes e da App Store sincronizadas. Ele lembra onde você parou de ler no iBooks ou no Safari. Se o seu telefone desaparecer, ele poderá bloqueá-lo e rastreá-lo.
Usuários gratuitos recebem 5 GB. Você pode comprar até 50 GB. Músicas e livros comprados na Apple Store não contam para esse limite. Música que não é do iTunes? Isso tem um custo extra.
O Google Drive quer libertá-lo do aprisionamento da plataforma e, ao mesmo tempo, aprofundá-lo no Googleverse. Ele roda em dispositivos Windows (Vista+), Macs (Snow Leopard+), Android (Eclair+) e iOS (3.0+). Você ganha 15 GB grátis. Os planos pagos chegam a 16 terabytes. Sim, terabytes. Assim como o SkyDrive, ele permite criar planilhas, documentos e apresentações online. Ele rastreia as revisões por 30 dias. O que realmente o diferencia? O mecanismo de busca do Google. Encontrar aquele PDF enterrado em uma pasta é trivial.
O Microsoft SkyDrive aproveita seu ativo mais forte: formatos de arquivo nativos. Você pode colaborar em documentos do Word, planilhas do Excel e slides do PowerPoint sem convertê-los em formatos de código aberto. Também permite acessar computadores Windows remotos. Transmita vídeo do seu PC doméstico para o seu telefone. Tire fotos em qualquer lugar. Começa com 7 GB. Você pode atualizar para 200 GB.
Qual serviço de acesso remoto a arquivos é ideal para você?
Esses são apenas os grandes nomes. Existem muitas opções. Sem pressa. Procure a solução que atenda às suas necessidades específicas. Não escolha apenas o primeiro que carregar.
Leia as letras miúdas
Os processos judiciais levantaram sobrancelhas. Práticas de verificação de e-mail do Google. Coleta de dados do Street View em redes privadas. As preocupações são válidas. Os contratos de usuário em todos os provedores de acesso remoto contêm linguagem padrão sobre uso, reprodução, modificação, trabalhos derivados e publicação. É necessário para que o serviço funcione.
O Google reserva-se o direito de usar postagens públicas em materiais promocionais. Tenha cuidado. Os acordos podem mudar da noite para o dia.
Mas aqui está o que você provavelmente deveria se preocupar mais. O que acontece se a empresa falir? Ou pior. E se o governo dos EUA monitorar e intimar secretamente o seu conteúdo? Os termos de serviço raramente são o maior risco. A infraestrutura que contém seus dados é.
Perguntas Frequentes
Como posso compartilhar arquivos remotamente?
Existem algumas maneiras. Use um serviço de compartilhamento de arquivos como Dropbox ou Google Drive. Ou use um cliente de protocolo de transferência de arquivos, como o Filezilla.
Qual é a vantagem do acesso remoto a arquivos?
Compartilhe arquivos entre usuários. Acesse arquivos de qualquer lugar. Gerencie arquivos remotamente. A capacidade de trabalhar em qualquer lugar é o verdadeiro ponto de venda.




























