A evolução dos formatos de anúncios on-line: de aquisições a anúncios de barra lateral em streaming

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A Internet está repleta de experimentos publicitários que, em sua maioria, falham. Mas alguns ficam. Eles evoluem. Eles ficam mais estranhos. Eles ficam mais caros.

Veja como os anúncios online mudaram ao longo do tempo. O objetivo não mudou. Os anunciantes ainda querem olhar para suas marcas. Eles querem cliques. Eles querem justificar o cheque que cortaram para os editores.

Mas os métodos? Isso muda constantemente.

HowStuffWorks e a campanha de aquisição

Há algum tempo, o HowStuffWorks executou uma variação que funcionou surpreendentemente bem. Eles chamaram isso de campanha de aquisição.

Não foi sutil.

Quando você visitou o site deles, um anúncio enorme o cumprimentou. Então, conforme você rolava, anúncios em banner e pontos da barra lateral reiteravam a mesma mensagem. O anunciante não apareceu simplesmente. Eles dominaram. Eles efetivamente “assumiram” a página por um dia ou mais.

Por que funcionou?

Visibilidade.

Você não poderia perder. A marca esteve presente durante toda a sua visita. As taxas de cliques eram altas. Os anunciantes ficaram felizes. Os leitores não ficaram furiosos, principalmente porque os anúncios em banner e na barra lateral já eram uma parte normalizada da experiência na web. Nós os aceitamos como ruído. Uma aquisição foi apenas um ruído mais alto.

Anúncios de streaming da barra lateral da CNN

Nem todo experimento depende de banners estáticos.

A CNN tentou algo diferente. Eles experimentaram streaming de anúncios na barra lateral.

Estas não são imagens. Eles não são texto. Eles se movem. Eles reproduzem conteúdo de vídeo diretamente na barra lateral, onde você normalmente vê links para outras histórias. Ele captura a atenção de maneira diferente de um retângulo estático. Exige movimento. Isso quebra o layout.

O banner suspenso

Depois, há os banners suspensos.

Eles aparecem em vários sites com implementações variadas. A mecânica é simples, mas agressiva.

Você passa o mouse sobre o anúncio e ele se expande. Ele engole a página. Às vezes, começa grande e diminui após alguns segundos.

Considere esta sequência:

  • Você entra no site.
  • Um enorme banner domina a visualização.
  • Encolhe para um tamanho padrão.
  • A largura do site é construída em torno desses banners grandes.

Em alguns sites, os botões permitem expandi-lo novamente se quiser ver mais.

É intrusivo. É uma distração. Isso força a interação.

O resultado final

Todos esses formatos – takeovers, barras laterais de streaming, banners de expansão – buscam a mesma métrica.

Altas taxas de cliques.

Forte poder de marca.

Os anunciantes pagam por eles porque trabalham.

A compensação é a experiência do usuário. É irritante? Muitas vezes. Dá resultados? Sim.

A web continua tentando novas combinações. Alguns falham. Alguns persistem. Os anúncios ficam maiores. Os formatos ficam mais estranhos.

E continuamos clicando.